Filmes para História Geral

Filmes que envolvem a História Geral
Filme 1 –  Pré-História – Nome: A Guerra do Fogo

O filme retrata um período na pré-história e dois grupos de hominídeos. O primeiro, que quase não se diferência dos macacos por não ter fala e se comunicar através de gestos e grunhidos, é pouco evoluído e acha que o fogo é algo sobrenatural por não dominarem ainda a técnica de produzi-lo; o outro grupo é mais evoluído e tem uma comunicação e hábitos mais complexos, como a habilidade de fazer o fogo. Esses dois grupos entram em contato quando o fogo da primeira tribo é apagado em uma guerra com uma tribo hominídeos mais primitivos, que disputam pela posse do fogo e do território. Noah, Gaw e Amoukar (membros do primeiro grupo) são destacados então para uma jornada para trazer uma nova chama acesa para a tribo. Nesse caminho deparam -se com um grupo de canibais, e resgatam de lá Ika, uma mulher pertecente ao grupo mais evoluído. Do contato com essa mulher, os três caçadores do fogo aprendem muitas coisas novas, já que ela domina um idioma muito mais elaborado que o deles, assim como domina também a técnica de produção do fogo. Levados por diversas circunstâncias a um encontro com a tribo de Ika, percebem que há uma maneira diferente de viver; observam as diferentes formas de linguagem, o sorriso, a construções de cabanas, pintura corporais, o uso de novas ferramentas, e mesmo um modo diferente de reprodução.[2][4]]
Filme 2 – Pré-História – Nome: 2001: uma odisséia no espaço
No começo, Kubrick e Clarke se referiam ao projeto como How the Solar System Was Won, uma homenagem ao filme de 1962 How the West Was Won. Entretanto, Kubrick decidiu anunciar o projeto, em uma coletiva de imprensa no dia 23 de fevereiro de 1965, como Journey Beyond the Stars.[4] “Outros títulos que tivemos e falharam foram Universe, Tunnel to the Stars e Planetfall, escreveu Clarke no seu livro The Lost Worlds of 2001. “Não foi até onze meses depois de começarmos—abril de 1965—que Stanley escolheu 2001: A Space Odyssey. Tanto quanto consigo me lembrar, foi tudo ideia dele”.[5] Com o objetivo de definir o filme para além do padrão “monstros e sexo” dos filmes de ficção dientífica da época, Kubrick usou Odisseia, de Homero, como inspiração para o título. “Nos ocorreu”, disse ele, “que para os gregos, as vastas extensões do mar devem ter tido o mesmo tipo de mistério e de afastamento que o espaço tem para a nossa geração”.[6]
A Aurora do HomemUma tribo de humanos primitivos semelhantes a macacos está procurando por comida no deserto africano. Um leopardo mata um dos membros, e uma outra tribo de homens-macacos os afugenta de um poço de água. Derrotados, eles dormem em uma pequena cratera de pedra exposta, acordando para encontrar um monolito preto que apareceu na frente deles. Eles se aproximam grunindo e pulando, eventualmente o tocando com cuidado. Pouco tempo depois, um dos macacos percebe que ele pode usar um osso tanto como uma ferramenta quanto como uma arma, que o macaco usa para matar uma presa para come-la. Mais tarde eles conseguem o controle do poço de água ao matarem o líder da outra tribo utilizando-se para tal feito do osso-arma.  
 
Filme 3 – Pré-História e Mesopotâmia – Nome: 10.000 anos antes de Cristo
No ano de 10.000 a.C., homens e criaturas pré-históricas lutam pela sobrevivência na Terra. Neste cenário, surge D’Leh, um jovem caçador que lidera um exército ao longo do vasto e perigoso deserto. Enfrentando mamutes e tigres dente-de-sabre. Ele segue a caminho de uma civilização perdida para salvar a sua amada Evolet, das mãos de um maligno e poderoso guerreiro determinado a possuí-la.
o ano de 10.000 a.C., homens e criaturas pré-históricas lutam pela

O filme narra a ascensão e o declínio de Cleópatra, rainha do Egito, sua luta para defender o império das ambições políticas e territoriais de Roma, e seu relacionamento com Júlio César e Marco Antônio.

Filme 4 – Egito e o povo  Hebreu – Nome: O Príncipe do Egito 

No Egito Antigo, os hebreus trabalham como escravos para construir a civilização egípcia. O Faraó Seth, preocupado com o crescimento do número de escravos, ordena que todos os bêbes hebreus do sexo masculino sejam executados. Joquebede, uma escrava, tenta salvar seu bebê colocando-o em uma cesta no rio Nilo e sua filha mais velha Miriam acompanha o percurso do cesto através do rio. O cesto é encontrado pela rainha Tuya, mãe de Ramsés, que adota o menino e o batiza com o nome de Moisés.

Aproximadamente 20 anos depois, Moisés e Ramsés eram irmãos inseparáveis e sempre aprontavam alguma brincadeira de mal gosto, correndo pelos templos a cavalo, implicando com os sacerdotes ou trocando cabeças de estátuas, coisas que não agradavam ao seu pai que sempre culpa a Ramsés pelos incidentes.
Após uma das travessuras de Moisés e Ramsés, Seth pune com palavras a Ramsés o chamando de Elo fraco, Moisés defende o irmão dizendo ao pai que ele necessita somente de uma oportunidade. Após preparar um banquete para o filho, ouvindo o que Moisés tinha dito, nomeia Ramsés príncipe regente, como tributo ao novo regente, os sarcedotes Hotep e Huy oferecem Zípora para Ramsés, que por sua vez recusa e a passa para Moisés, o qual a moça recusa. Logo após o incidente, Ramsés nomeia Moisés Arquiteto Chefe Real como agradecimento.
Após seguir Zípora em sua fuga para voltar para Midiã, Moisés encontra Miriam, que lhe conta a verdade sobre sua origem, no começo Moisés não aceita o que ela lhe disse, mas sua conversa com seus pais e seus sonhos o convencem de que ele é realmente hebreu. Tempo depois, Ramsés praticamente, Faraó, inicia a construção de um enorme templo e explora cada vez mais a mão-de-obra escrava. Moisés, já sabendo da sua origem, empurra um guarda egípcio que humilhava um ancião hebreu. Com medo das leis egípcias, Moisés, foge do Egito e vaga pelo deserto a procura de um novo recomeço.
No meio do deserto, perto de Midiã, Moisés salva as irmãs de Zípora de bandidos. Ele é muito bem recebido pelo pai de Zípora, Jetro, Alto Sacerdote de Midiã. Moisés torna-se um pastor de ovelhas e mais tarde se casa com Zípora.
Tempo depois, Moisés tenta resgatar uma ovelhinha perdida do rebanho e encontra um arbusto em chamas e é instruído por Deus a libertar seu povo. Moisés imediatamente volta ao Egito em busca de Ramsés e pede a ele que liberte o seu povo, mas Ramsés recusa várias vezes e faz o povo egípcio e o povo hebreu sofrer cada vez mais. Em contrapartida o faraó sofre com as Dez pragas do Egito.
Por fim, Ramsés deixa os hebreus partirem, mas logo em seguido volta para os trazer escravos de volta ao Egito. Deus se manifesta através de Moisés e o povo consegue atravessar o Mar Vermelho. No final, após a travessia e vendo que seu povo estava livre, Moisés sobe ao monte e volta com as Tábuas da Lei, contendo os 10 Mandamentos, cena final do filme.

Filme 5 – Grécia Antiga – Nome: Tróia

 Troia é um filme estadunidense de 2004, dos gêneros épico e guerra, dirigido por Wolfgang Petersen, com roteiro escrito por David Benioff, baseado no poema de Homero sobre a guerra de Troia.O filme foi produzido pelos estúdio Warner Bros., Village Roadshow Pictures, Plan B Films e Radiant Productions e distribuído pela Warner Bros. O roteiro é de David Benioff; a música de James Horner; a fotografia de Roger Pratt; o desenho de produção de Nigel Phelps; a direção de arte de Julian Ashby, Jon Billington, Andy Nicholson e Adam O’Neill; a edição de Peter Honess e os efeitos especiais de Cinesite Ltd.. Framestore CFC, Lola e The Moving Picture Company.
Em 1193 a.C., o príncipe Páris provocou uma guerra contra Troia ao afastar Helena de seu marido, Menelau.Tem início então uma sangrenta batalha que dura uma década. A esperança do rei Príamo de Troia em vencer a guerra está nas mãos de seu filho Heitor e de Aquiles, o maior herói da Grécia.Depois de algum tempo perde seu primo e fica muito bravo entao se vinga desafiando Heitor e o matando.
São um dos três filmes baseados na Ilíada, de Homero são eles “Helena de Troia paixão e guerra”, “Helena de Troia” e Troia. Todos se desviam da verdadeira IlÍada, porém o que mais segue a rotada história é “Helena de Troia paixão e guerra”.

Filme 6 – Grécia Antiga – Nome: 300

300 é um filme americano baseado na banda desenhada (história em quadrinhos) homónima de Frank Miller sobre a Batalha das Termópilas. Trata-se de um filme com vários estilos cinematográficos evidenciando-se a animação ao estilo de uma banda desenhada. Grande parte do filme foi realizado com Chroma key.Filmando com cenas 3D, o filme teve um orçamento de 70 milhões de dólares, e estreou nos cinemas americanos a 9 de Março de 2007, no Brasil a 30 de Março e em Portugal a 5 de Abril de 2007.[3]300 passa a imagem da liberdade dos gregos antigos e de como era importante a união e a garra, para que um pequeno exército de 300 homens pudesse enfrentar dezenas de milhares de guerreiros do Império Persa.
O filme começa com um orador espartano a contar a vida do jovem rei Leónidas I, revelando também o rigor e a disciplina a que foi submetido durante a sua infância. Aos sete anos, é tirado da sua mãe para iniciar o agogê – um período de privações a que todos os cidadãos de Esparta são submetidos. Passados trinta anos, o orador conta que um mensageiro persa chega a Esparta e comunica-lhe o desejo de Xerxes em dominar a região – através de um pedido aparentemente inocente de “terra e água”. Leónidas, ofendido com tal mensagem, mata toda a comitiva persa e decide começar uma guerra com Xerxes. Como Esparta estava a celebrar a festa religiosa da Carneia, Leónidas não poderia entrar em guerra, então ele pega 300 homens de sua guarda pessoal e diz que vai dar um passeio – e marcha ao encontro dos invasores persas.

Filme 7 – Grécia Antiga – Filme: A Odisséia

Francis Ford Coppola comandou esta megaprodução de 40 milhões de dólares, com efeitos especiais grandiosos, retratando a aventura excitante de Ulisses herói grego, após a Guerra de Tróia.

Uma adaptação do poema clássico A Odisséia, atribuído a Homero, onde Odisseu (Ulisses) enfrenta a fúria dos deuses, perigosos inimigos e monstros mitológicos, demonstrando bravura e resistência para retornar aos braços de sua amada Penélope.
CONTEXTO HISTÓRICO – A evolução histórica da Grécia Antiga conhece quatro períodos (Pré-Homérico, Homérico, Arcaico e Clássico). Nos dois primeiros, o mito ainda era preponderante na interpretação dos fatos históricos, sendo que no período Homérico ocorre a dissolução dos génos e a conseqüente formação das cidades-estado. Esta fase obscura da história da Grécia Antiga, que se estende do século XII ao VIII a C. é chamada de Período Homérico porque seu conhecimento é baseado na interpretação de lendas contidas em dois poemas épicos atribuídos a um suposto rapsodo cego da Ásia Menor chamado Homero.
No primeiro poema chamado A Ilíada, Homero conta a Guerra de Tróia, mostrando sua tomada pelos gregos. O poema concentra-se na figura do herói Aquiles que se negou a combater os troianos devido a sua cólera contra Agamenon que lhe roubou a escrava Briseida. Somente com a morte do amigo Patroclo, Aquiles volta ao combate. Outro momento importante da obra descreve a tomada da cidade pelos gregos, que sem a liderança de Aquiles usaram da astúcia, e por conselho de Odisseu (Ulisses), construíram um grande cavalo de madeira e esconderam em seu interior os soldados mais valentes, que durante a noite saíram do cavalo e abriram as portas da cidade para seus companheiros destruírem Tróia.
“A Odisséia”, descreve o retorno do guerreiro Odisseu (Ulisses) ao seu reino na ilha grega de Ítaca. Essa obra pode ser dividida em três temas fundamentais: a viagem de Telêmaco; as viagens de Ulisses; e o massacre dos pretendentes da esposa de Ulisses, Penélope.
Assim como a Ilíada, a Odisséia é composta de 24 cantos, porém, se a Ilíada descreve um estágio mais primitivo da sociedade, a Odisséia descreve um momento mais estável e pacífico repleto de sucessos legendários. No entanto, uma análise mais criteriosa mostra que a Odisséia mais parece uma compilação de trechos de diversas obras. Apesar de posterior a Odisséia não faz nenhuma referencia à Ilíada. Deve-se também levar em conta que esses poemas foram transmitidos oralmente ao longo de séculos, tomando forma escrita somente em meados do século VI a C. em Atenas durante a tirania de Psistrato.
Por fim, sobre a própria figura de Homero ainda existem grandes interrogações: se realmente existiu, qual sua cidade natal, sua época de nascimento e morte ou se Homero corresponde apenas à sigla de alguma associação de rapsodos, os cantores ambulantes de rapsódias (cantos épicos) na Grécia Antiga.

Filme 8 – Grécia Antiga – Filme: Fúria de Titãns

Em ‘Fúria de Titãs‘, a disputa pelo poder lança os homens contra os reis, e os reis contra os deuses. Mas a guerra em curso entre os deuses já é suficiente para destruir o mundo. Nascido de um deus, porém criado como homem, Perseu (SAM WORTHINGTON) se vê indefeso para salvar a família da aniquilação por Hades (RALPH FIENNES), o vingativo deus do reino dos mortos. Sem nada a perder, Perseu se oferece como voluntário para comandar a perigosa missão de derrotar Hades, antes que este consiga obter poder de Zeus (LIAM NEESON) e instalar o inferno na Terra. Liderando um grupo de guerreiros, Perseus parte numa arriscada jornada nas profundezas dos mundos proibidos. Combatendo demônios cruéis e monstros terríveis, ele somente irá conseguir sobreviver se aceitar seu poder como um deus, desafiar a sorte e criar seu próprio destino.

Filme 9 – Império Romano – Filme: Gladiador

Gladiator (pt/br: Gladiador) é um filme americano de 2000 dirigido por Ridley Scott e estrelado por Russell Crowe, Joaquin Phoenix, Connie Nielsen, Ralf Möller, Oliver Reed, Djimon Hounsou, Derek Jacobi, John Shrapnel e Richard Harris. Crowe interpreta o leal General Máximus Décimus Meridius, que é traido quando o ambicioso filho do Imperador, Cómodo, mata seu pai e toma o trono. Reduzido a um escravo, Máximo ascende através das lutas de gladiadores para vingar a morte de sua família e do antigo Imperador.

Lançado em 5 de maio de 2000, Gladiator foi um enorme sucesso de bilheteria, recebendo críticas geralmente favoráveis. O filme foi indicado a vários prêmios, vencendo cinco Oscars incluindo o de Melhor Filme.
O ano é de 180 d.C. e o general romano Maximus, servindo ao seu imperador Marco Aurélio, prepara seu exército para impedir a invasão dos bárbaros Germânicos. Após o combate, Maximus fica sabendo que Marco Aurélio, já velho e ciente de sua morte, quer lhe passar o comando do Império Romano. A trama onde Commodus, filho do imperador, mata o pai, assumindo o comando do Império, não é historicamente verídica. Na verdade, Commodus assumiu quando seu pai morreu afetado por uma peste, adquirida durante uma nova campanha no Danúbio. Enquanto Commodus assume o trono, Maximus que escapa da morte, torna-se escravo e gladiador, travando batalhas sangrentas no Coliseu, a nova forma de divertimento dos romanos. Maximus, disposto a vingar o assassinato de sua mulher e de seu filho, sabe que é preciso triunfar para ganhar a confiança da platéia. Acumulando cadáveres nas arenas o gladiador luta por uma causa pessoal, de forma quase que solitária e leva benefícios ao povo, submetido pela política do “pão e circo”. “Nesta vida ou na próxima eu terei minha vingança”. Maximus sabe que o controle da multidão será vital para que possa arquitetar sua vingança, que culmina em um combate com o próprio Commodus.

Filme 10- Império Romano – Série da HBO : ROMA

A série se passa em 52 a.C., quando o general romano Júlio César derrota seu inimigo Vercingétorix na batalha de Alésia. Seu êxito desequilibra a batalha pelo poder contra o cônsul de Roma, Pompeu, que representa a luta entre o povo, que apoia César, e os patrícios, que apoiam Pompeu. A série trata dessa luta de poderes, na qual César, triunfante tenta transformar a República Romana em um Império. Este objetivo, entretanto, somente será conseguido por seu sobrinho-neto, Otávio Augusto, no ano de 27 a.C.

Para ambientar esta troca histórica, a série se baseia não só naqueles poderosos que promoveram a troca, mas também nas vidas dos legionários, Lúcio Voreno e Tito Pulo, personagens que aparecem no livro V dos Comentários sobre a Guerras Gálica, mas a versão da série não corresponde com a realidade, pois tinham sido centuriões da XI legião[1].
Roma é uma co-produção da rede de televisão paga estadunidense HBO, da britânica BBC e da italiana RAI, rodada nas proximidades da atual cidade e nos antigos estúdios de Cinecittà, em uma superfície de mais de 20.000 metros quadrados, com a participação de 350 pessoas. Por isso é a série mais cara da história da televisão, com um gasto de cem milhões de dólares[2].

Filme 11- Império Macedônico  – Filme: Alexandre

Alexandre, o Grande) é um filme de 2004, um drama biográfico dirigido por Oliver Stone que narra a história de Alexandre, o Grande segundo a visão do diretor. A biografia de Alexandre, o Grande, escrita pelo historiador britânico Robin Lane Fox, foi a inspiração para o roteiro.A superprodução, que conforme divulgação custou 150 milhões de dólares aos estúdios da Warner, traz o ator Colin Farrell no papel de Alexandre, e também Angelina Jolie como a rainha Olímpia e Val Kilmer como o rei Filipe II.O filme não foi bem recebido pela crítica e também teve um aspecto negativo para o público. O protagonista Colin Farrell declarou que o filme arruinou sua carreira. O ator chegou a dispensar o tapa-sexo em uma cena de nudez, porém na versão final do filme apareceu somente de costas.[1]
Alexandre é um homem com grandes ideais, e em sua mente, surge a idéia de que o mundo poderia ser governado por um só rei. Antes de sua morte, ele conquistou 90% do mundo conhecido. A história é contada por Ptolomeu ao seu escriba Cadmo. O filme retrata as grandes vitórias dos exércitos de Alexandre, e como elas foram aos poucos sendo esquecidas. Ptolomeu frisa a idéia de que na sua concepção, Alexandre era de fato um deus, muito embora sua mãe, a rainha Olímpia, aclamada por alguns como sendo feiticeira, já dizia que Alexandre era o filho de Zeus, porém, poucos acreditavam nela, vista a tamanha compatibilidade e semelhanças entre ele e seu suposto pai, o Rei Filipe II, embora, para ele, Alexandre era como a mãe em espírito, e tinha muito mais semelhanças com ela do que com ele quanto ao modo de ser e agir.

Filme 12- Os Povos Bárbaros – Filme: Átila o Huno

A história gira em torno de Átila e conta como foi a sua caminhada para tornar-se um dos maiores líderes da história. Com seus pais mortos no início do filme, ele é criado pelo seu tio, que já tem um sucessor para o trono. Como guerreiro, conseguiu impor medo até na gigante Roma, que com sua crueldade e esperteza vai tentar de tudo para não ser atacada pelos exércitos do guerreiro principal.

Filme 13- Queda do Império Romano – Filme: Paixão de Cristo

As últimas 12 horas da vida de Jesus de Nazaré (James Caviezel). No meio da noite, Jesus é traído por Judas (Luca Lionello) e é preso por soldados no Monte das Oliveiras, sob o comando de religiosos hebreus, que eram liderados por Caifás (Matti Sbraglia). Após ser severamente espancado pelos seus captores, Jesus é entregue para o governador romano na Judéia, Poncio Pilatos (Hristo Shopov), pois só ele poderia ordenar a pena de morte para Jesus. Pilatos não entende o que aquele homem possa ter feito de tão horrível para pedirem a pena máxima e eram os hebreus que pediam isto. Pilatos tenta passar a decisão para Herodes (Luca de Domenicis), governador da Galiléia, pois Jesus era de lá. Herodes também não encontra nada que incrimine Jesus e o assunto volta para Pilatos, que vai perdendo o controle da situação enquanto boa parte da população pede que Jesus seja crucificado. Tentando acalmar o povo e a província, que detesta, Pilatos vai cedendo sob os olhares incriminadores de Claudia (Claudia Gerini), sua mulher, que considera Jesus um santo.

Filme 14- Queda do Império Romano – Filme: A Queda do Império Romano

Marco Aurélio na Germânia, estabelece a Pax Romana e convoca os governadores do Império para o seu. quarta-general. A sua intenção é deixar o trono para Lívio e não para o seu filho Cômodo, que apresenta um comportamento colérico e egoísta. Lucila e Lívio ficam ao corrente destas intenções pouco antes de Marco Aurélio ser assassinado com uma maçã envenenada, dada por um velho adivinho, partidário de Cômodo.[carece 


Filme 15- Povos Bárbaros – Filme: O 13° Guerreiro

O filme esforça-se por atingir uma atmosfera histórica, incluindo o uso de diálogos em Árabe, Sueco, Norueguês, Dinamarquês, Grego e Latim. O actor norueguês Dennis Storhøi co-protagonizou a película como Herger, enquanto o actor sueco Sven Wollter interpretou um velho chefe viquingue. A veterana actriz norueguesa Turid Balke teve também um pequeno mas proeminente papel ao interpretar a feiticeira, assim como a actriz sueco-norueguesa Maria Bonnevie como Olga, a criada.
Originalmente intitulado Eaters of the Dead, o filme começou a ser produzido em Agosto de 1997. Percorreu diversas montagens e remontagens, após assistências de teste não terem reagido bem à montagem inicial. Após terem sido refilmadas diversas cenas, com Crichton como realizador (o que atrasou a saída do filme por mais de um ano), o título foi alterado para The 13th Warrior.
Na era de 922, Ahmad ibn Fadlan (Antonio Banderas), um poeta e cortesão árabe, apaixona-se por uma mulher lindíssima, que pertence a outro homem. O ciumento marido reclama com o califa, que então nomeia Ahmad embaixador na terra de Tossuk Vlad, uma região pobre e longínqua ao norte. Na prática, Ahmad é expulso de sua casa. Por vários meses, Ahmad atravessa a camelo as terras dos povos bárbaros e acompanhado de Melchisidek (Omar Sharif), um velho amigo de seu pai, deambula pela terra dos oguzes, dos azeris e dos búlgaros, até chegar terras dos tártaros, onde é atacado por um grupo desconhecido que acaba por desistir do saque após ver os barcos dos vikings.Ibn Fadlan é intimidado pelos costumes dos vikings: a sexualidade pura e crua, o descuido com a higiene, os sacrifícios humanos a sangue frio. Até que Ahmad toma conhecimento de uma verdade aterrorizadora: foi escolhido para combater Wendol, um ser que mata vikings e devora-os. Uma vidente faz a revelação que treze guerreiros devem lutar contra estes inimigos, mas o décimo terceiro não pode ser um homem do norte. Assim, Ibn Fadlan luta ao lado dos Vikings num combate que dificilmente será vencido por eles.

Filme 16- Período Medieval – Filme: Coração Valente

O filme retrata a figura histórica de William Wallace, guerreiro, patriota escocês e herói medieval. O realizador tenta conferir ao protagonista uma faceta mais romântica e idealista e menos sanguinária. A ação situa-se em finais do século XIII, tempo em que os rebeldes escoceses lutavam contra o domínio do rei inglês Eduardo I. Depois de, ainda criança, ter assistido à morte de seu pai às mãos do exército inglês, William é acolhido por um tio que lhe dá uma educação esmerada e erudita. Depois de percorrer o mundo, volta à sua Escócia natal e apaixona-se por uma jovem camponesa. Para escapar à deliberação real de que um senhor feudal inglês tinha direito a dormir com uma noiva no dia do seu casamento (direito de prima nocte), contraem matrimónio secretamente. Contudo, a sua mulher é morta por um nobre inglês e, no decorrer da vingança, Wallace assume o comando de um pequeno exército de camponeses com o intuito de lutar pela soberania da Escócia. Chega mesmo a derrotar o poderoso exército inglês na Batalha de Stirling Bridge, mas fracassa em conseguir o apoio dos nobres líderes dos clãs escoceses mais interessados em manter as suas regalias junto da coroa inglesa.
Apesar da ajuda da Princesa Isabelle, nora do rei inglês, Wallace é traído pelos nobres escoceses e é aprisionado pelos ingleses. É torturado e executado em praça pública sem nunca renegar a legitimidade da sua luta.

Filme 17- Período Medieval – Filme: CRuzada

Reflexo do cenário e das preocupações internacionais deste início de século, Kingdom of Heaven é uma película tecnicamente bem feita e que pretende ser politicamente correta. Segundo seu diretor, Ridley Scott, “o filme é sobre a paz, a tolerância e a possibilidade de convivência entre povos de diferentes orientações religiosas, culturas e crenças”. Para atingir seu propósito, ele não relutou em manipular fatos e personagens históricos.

A ação se passa no final do século XII, época em que o sultão Saladino, (de origem curda), reconquista a cidade de Jerusalém (1187), que os cristãos da Primeira Cruzada (1090) haviam tornado capital de seu Reino Latino .
No filme, o personagem principal, Balian, é um bastardo ferreiro francês, que se torna cavaleiro e barão de Ibelin (um feudo na Terra Santa), graças à inesperada visita de seu genitor, o nobre Godfrey de Ibelin. Após a morte do pai, ele viaja para Jerusalém e, no caminho, mata, em duelo singular, um experiente guerreiro muçulmano, apesar de só ter tido algumas poucas horas de treinamento no uso da espada. Em Jerusalém, Balian toma posse de seu feudo, torna-se amigo do rei-leproso, Balduíno IV , e do conselheiro real, Tiberias, conde de Trípoli, e ainda namora a bela Sybilla, esposa insatisfeita do prepotente Guy de Lusignan.
A verdade histórica é que Balian nunca foi ferreiro, nem precisou viajar para a Palestina, pois já estava lá àquela época. Era um dos três filhos do barão Balian (e não Godfrey), e sua família (de origem francesa ou normando-siciliana) participava da Alta Corte do Reino Latino. Também não teve um caso com a princesa Sybilla, que era irmã do rei-leproso e mãe do herdeiro do trono, Baldwin V (ainda criança e solenemente omitido no filme). Segundo o historiador árabe, Ali ibn al-Athir, Sybilla apaixonou-se “por um recém-chegado do Ocidente, um certo Guy (de Lusignan). Ela o esposou e, com a morte prematura de Baldwin V, colocou a coroa na cabeça do marido”.
No filme, o conde de Trípoli (Tiberias), que é o artífice da política de coexistência pacífica com o sultão Saladino, abandona Jerusalém quando Guy sobe ao trono e conduz os cristãos à desastrosa batalha de Hattin. Mas Ibn al-Athir nos exibe outra imagem do conde: “ele era muito ambicioso e desejava ardentemente tornar-se rei”. Durante algum tempo, o conde (cujo nome real era Raymond) foi regente do rei-menino, Baldwin V, mas perdeu prestígio com a ascensão de Guy, o que lhe gerou tanto rancor que escreveu a Saladino oferecendo-lhe sua amizade, em troca do trono de Jerusalém. O máximo que conseguiu foi ter sua fuga para Trípoli garantida pelo sultão.
O grande vilão do filme é Reynald de Chatillon, cavaleiro da Ordem dos Templários, responsável pelo ataque a uma caravana muçulmana, fato que levou ao rompimento da trégua construída por Baldwin IV e conseqüente investida de Saladino contra Jerusalém. Após a batalha de Hattin, ele é aprisionado (juntamente com Guy) e morto pelo próprio sultão, sendo este um dos poucos pontos em que a realidade histórica e o filme de Scott não conflitam. Segundo o escritor Imadeddin al-Asfahami, conselheiro de Saladino, que assistiu ao fato, “a cabeça de Reynald foi cortada e o seu corpo arrastado diante do rei Guy, que começou a tremer”.
Balian foi, realmente, o responsável pela defesa de Jerusalém, como mostra o filme. O cerco da cidade durou de 20 a 29 de setembro de 1187 e terminou com um acordo entre Balian e Saladino. No filme, o cristão entrega Jerusalém em troca de salvo-conduto gratuito para todos os seus habitantes, depois de ameaçar destruir os “lugares santos” da cidade. A verdade histórica é que, além disso, ele ameaçou matar todos os cinco mil muçulmanos que viviam em Jerusalém. Por outro lado, o acordo não saiu de graça: Saladino cobrou um resgate de cada pessoa a quem garantiu salvo-conduto.O filme se encerra com Balian retornando à França, na companhia de Sybilla. A realidade é que ele partiu sozinho para Tiro, ao encontro de sua verdadeira esposa.

Filme 18- Período Medieval – Filme: O Nome da Rosa

O enredo de O Nome da Rosa gira em torno das investigações de uma série de crimes misteriosos, cometidos dentro de uma abadia medieval. Com ares de Sherlock Holmes, o investigador, o frade franciscano William de Baskerville, assessorado pelo noviço Adso de Melk, vai a fundo em suas investigações, apesar da resistência de alguns dos religiosos do local, até que desvenda que as causas do crime estavam ligadas a manutenção de uma biblioteca que mantém em segredo obras apócrifas,obras que não seriam aceitas em consenso pela igreja cristã da Idade Média, como é a obra risona criada por Eco e atribuída romantescamente à Aristóteles. A aventura de William de Baskerville é desta forma uma aventura quase quixotesca.

No romance, Umberto Eco relembra a problemática suscitada pelo nominalismo entre o que é essencial, que parece ser o nome da rosa como nome, em si um conceito, portanto um universal, dessa forma, eterno, imutável, imortal e de sua contraposição a rosa particular, individual no mundo, flor de existência única na realidade, que por acontecer, também é passageira, mortal e transitória.
O próprio nome do livro suscita uma questão que relembra a questão dos universais e dos particulares, que se refere a saber se o nome da rosa é universal ou particular. O quadro da questão pode ser representado de forma tradicional pelo quadrilátero de proposições lógicas. A questão se refere ao juízo que fazemos do nome da rosa: se ele é universal, por exemplo: O nome da rosa é imortal; particular: O nome da rosa é passageiro (mortal) e ainda: Nenhum nome da rosa é imortal ou: Algum nome de rosa é passageiro. Os vértices do quadrilátero seriam formados por esses quatro juízos. Seria algum desses juízos verdadeiro ou falso? Se sim ou não, nisso há alguma contradição? Haveria outras possibilidades, outras incertezas?
Eco sugere no O Nome da Rosa, um ambiente no qual as contradições, oposições, querelas e inquisições, no início do século XIV, justificam ações humanas, as virtudes e os crimes dos personagens, monges copistas de uma abadia cuja maior riqueza é o conhecimento de sua biblioteca. Para os personagens, a discussão do essencial e do particular, do espiritual e da realidade material, do poder secular e da insurreição, dos conceitos e das palavras entranham pelo mundo uma teia de inter-relações das mais conflituosas. A representação, a palavra e o texto escrito passam a ter uma importância vital na organização da abadia beneditina, gestando o microcosmo do narrador.
No O Nome da Rosa, conhecido e desconhecido tecem caminhos secretos pela abadia de pedra e representações, definindo uma história de investigação onde as deduções lógico-gramaticais, são nas mãos do autor similares àquelas dos romances policiais modernos. Por outro lado, a narrativa se afasta do simples romance policial não somente pelo fato de ser escrito ao final do século XX, mas porque expõe e aproxima-se de um mundo de incertezas. A arquitetura da abadia faz lembrar os (des)caminhos do labirinto da internet e a difícil situação de decidir politicamente em uma Itália dividida entre o norte rico e articulado e o sul pobre e violento. Esse Sul (Africae), mais representado que real, dito virtual em sua realidade, é no espaço socioeconômico do final do século XX mais que um elemento isolado.
Além disso, “O Nome da Rosa” é uma viagem imaginária à Idade Média europeia. A oportunidade de reflexão aberta das questões filosóficas, dos conceitos de certo e errado, de bem e mal, da moral cristã, do que está por trás dos conceitos e crenças atuais, mesmo que por contraste com o conjunto de questionamentos que ecoam dos séculos atrás, é uma herança a ser compartilhadas pelos leitores dessa obra aberta.
Ainda é importante mencionar que a biblioteca que serve como plano de fundo e personagem principal ao mesmo tempo é inspirada no conto A Biblioteca de Babel do argentino Jorge Luis Borges onde é apresentada uma biblioteca universal e infinita que abrange todos os livros do mundo. Para homenagear o escritor há o personagem Jorge de Burgos, que além da semelhança no nome é cego assim como Borges foi ficando ao longo da vida. Outra homenagem presente no nome é William de Baskerville que seria como um Sherlock Holmes na história, este tem como uma das suas principais aventuras O Cão dos Baskervilles

Filme 19- Período Medieval – Filme: Joana Darc

Em 1412, nasce em Domrémy, na França, uma menina chamada Joana. Ainda jovem, ela desenvolve uma fé tão intensa e fora do comum que fazia se confessar várias vezes por dia.Eram tempos muito difíceis, pois a Guerra dos Cem Anos com a inimiga de sempre Inglaterra prolongava-se desde 1337. Em 1420, Henrique V e Carlos VI de França assinam o Tratado de Troyes, declarando que após a morte do rei, a França pertencerá a Inglaterra. Todavia, ambos os reis morrem e Henrique VI é o novo rei dos dois países rivais, mas tem poucos meses de idade e Carlos, o delfim de França, não deseja entregar de mãos beijadas o seu reino a uma criança.
Desta forma, os ingleses invadem o país e ocupam Compiègne, Reims e Paris, com o rio Loire conseguindo deter o avanço dos invasores. Carlos foge para Chinon, mas ele quer é ir para Reims, onde por tradição os soberanos franceses são coroados, mas como os ingleses dominam toda a região envolvente, isto torna-se um problema grave para ser contornado. Até que aparece Joana que, além de se auto-intitular a “Donzela de Lorraine” tinha uma determinação e fé inabalável e dizia que estava numa missão divina para libertar a França da opressão dos ingleses.
Desesperado por uma solução, o delfim finalmente aceita lhe dar um exército, com o qual ela consegue recuperar a cidade de Reims, onde o delfim é coroado rei, Carlos VII de França. Mas se finalmente para ele os problemas tinham acabado, para Joana seria o início do fim.

Filme 20- Período Medieval – Filme: Caça às Bruxas



A caça às bruxas foi uma perseguição religiosa e social que começou no século XV e atingiu seu apogeu nos séculos XVI e XVII principalmente na Alemanha, na Suíça e na Inglaterra. As antigas religiões pagãs e matriarcais eram tidas como satânicas. O mais famoso manual de caça às bruxas é o Malleus Maleficarum (“Martelo das Feiticeiras”), de 1486.
Num sentido mais amplo, a expressão “caça-às-bruxas” costuma ser utilizada em diversas outras ocasiões. Como exemplo temos que, durante a guerra fria, os EUA perseguiam toda e qualquer pessoa que julgassem ser comunista, seja por causa fundamentada ou não. Dessa forma, temos a caça às bruxas comunista dos EUA.

Filme 21- Renascimento e Idade Moderna – Filme: Hamlet

Mel Gibson interpreta Hamlet nesta versão mais atualizada da mais conhecida obra de William Shakespeare. Hamlet descobre, através do fantasma de seu pai – o antigo rei da Dinamarca – que seu tio, agora casado com sua mãe e o novo detentor do trono, foi quem o assassinou. Agora a alma de Hamlet passará por provações grandiosas enquanto ele toma coragem para se vingar.

 
 
 
 
 
 
 
 
Filme 22- Renascimento e Idade Moderna – Filme: Shakespeare Apaixonado
 

O jovem astro do teatro londrino William Shakespeare (Joseph Fiennes) sofre de bloqueio criativo e não consegue escrever sua peça. Um dia, ele conhece Viola De Lesseps (Gwyneth Paltrow), uma jovem que sonha em atuar, algo proibitivo no final do século XVI. Para burlar o preconceito e ter sua chance, Viola se disfarça de homem e começa a ensaiar o texto de Will, que começou a fluir e passou a dar vazão ao amor entre os dois. O que eles não contavam era com o casamento arranjado pela família entre Viola e Lorde Wessex (Colin Firth

 
 
 
 
 
 
Filme 23- Renascimento e Idade Moderna – Filme: A Outra
 

A cobiça pela luxuria, glamour e poder leva um pai de família a destruir todos os seus conceitos e seus filhos. As intrigas da realeza como pano de fundo no filme A Outra, traz uma parte da história da Inglaterra que muitos poucos conhecem.Natalie Portman traz a tona vida da rainha Ana Bolena, mulher de Henrique VIII, que destruiu o seu reino, rompeu com a igreja católica e foi o primeiro rei da historia a ter um divorcio decretado. Tudo para se banhar nos luxos que a família Bolena, docemente o ofereceu controlando assim suas vontades e poder.
O filme é baseado no romance de Philipa Gregory, de nome “A Irmã de Ana Bolena”, a autora passou dois anos no interior da Inglaterra estudando e pesquisando sobre os incidentes que ocorreram durante o reinado de Henrique VIII e reparou que havia muitas notas de rodapé com o nome de Maria Bolena a suposta amante do rei antes de sua irmã Ana conquistá-lo e casar com ele.
Maria Bolena (Scarlett Johansson) é a irmã mais nova de Ana Bolena, prometida desde os cinco anos para se casar com o filho de um mercado, dias após o seu casamento, fica sabendo pelo tio, que trabalha na alta corte do rei, que rainha havia perdido mais um filho homem, sendo assim o rei não teria nenhum filho para substituí-lo no trono, dessa forma o tio aproveita a situação e faz com que o rei fique hospedado na casa da família Bolena, o pai interessado nos luxos e fortunas que conseguiria se uma das filhas fosse à preferida do rei e lhe gerasse um herdeiro legitimo, trama junto com o tio um plano que vai muito longe e foge do controle nas mãos de Ana e Maria Bolena.
Fatos históricos estão presentes em todos os momentos no filme, apesar de ser um filme longo, ele prende a sua atenção de tal forma, que em diversos momentos você se contorce na poltrona de tanta ansiedade ao ver como as coisas na corte aconteciam e até que ponto uma pessoa perde todos os seus valores em busca de dinheiro e luxos.
Trazendo Ana Bolena, Natalie Portman se supera mais uma vez, dando a luz a Elizabeth, a enérgica rainha ruiva da Inglaterra que mudou todos os conceitos que a realeza tinha até então. Natalie traz nesse papel a delicadeza que ela conseguiu fazendo personagens como Padmen Amídala em Star Wars e a força e ambição que ela conseguiu em filmes como V de Vingança, na verdade ela lembra muito um jogador de Xadrez, arquiteta todo o plano da sua vida e usa todos a sua volta como peões até conseguir o que mais almejava o trono da Inglaterra, porém em contraparte, ela não tem o amor de Henrique VIII nem do povo de seu reino, que a vê como uma bruxa que enfeitiçou o rei, isso a machuca, pois fica claro que ele á despreza. Porém, vale o valho ditado, “Tudo tem seu preço”.
Aos meus olhos, é até agora o melhor filme do ano, com um figurino espetacular, realmente muito bom, um roteiro excelente e todos os atores estão impecáveis em seus papeis, se quiser se aprofundar mais na vida da família Bolena, a autora traz a continua no livro “A Herança de Ana Bolena”, que mostra o que acontece quando Henrique VIII está em seu leito de morte e como a família Bolena, ainda influência e manipula a corte nessa época.

Filme 24- Renascimento e Idade Moderna – Filme: Elizabeth 

Inglaterra 1554. Sob o reinado da rainha católica fervorosa Mary I, o país ficou arruinado e devastado devido às lutas religiosas, na tentativa de impor o catolicismo. Contra a vontade de Mary I, Elizabeth Tudor, a sua meia-irmã que ela tentara condenar por traição, filha de Henrique VIII e de Ana Bolena, assume o trono após a sua morte. Elizabeth restabelece o protestantismo e o Papa a excomunga, o que abre as portas para a inimizade da França e da Espanha. Aconselhada a casar por conveniência para obter uma aliança que lhe permita manter a coroa, Elizabeth sabe que tem que agir com firmeza, se não quiser sucumbir à Europa e à nobreza católica da Inglaterra seguidora de Mary Stuart, a mais herdeira mais provável do trono após morte de Elizabeth. Confiando somente em Sir Francis Walsingham, o chefe do serviço de espionagem, Elizabeth recusa as ofertas de casamento da França e Espanha, enquanto Walsingham se encarrega de matar Mary Stuart. Nenhum dos seus opositores internos é poupado, exceto Dudley, o seu amor da juventude e que fica como exemplo para quem quiser se opor à Rainha. Vencedor do Oscar de Melhor Maquiagem e indicado em outras seis categorias, Elizabeth é um surpreendente filme de época que narra a ascensão da rainha Elizabeth I ao trono, e a sua luta para defender o reino, mesmo que tenha que derramar todo o sangue de seus inimigos. Dirigido por Shekhar Kapur (Rainha Bandida) e estrelado por Cate Blanchett (Sob o Efeito da Água), Geoffrey Rush (Piratas do Caribe – O Baú da Morte), e Joseph Fiennes (Shakespeare Apaixonado).
Filme 25- Renascimento e Idade Moderna – Filme: Elizabeth a Era do Ouro
Em 1585, a Espanha é o maior império graças ao sucesso que tem colonizando o Novo Mundo. O país inicia uma guerra santa para difundir o catolicismo, planejando matar a rainha inglesa Elizabeth I (Cate Blanchett), protestante, para que Mary Stuart (Samantha Morton), rainha escocesa, assuma o trono. Ao mesmo tempo em que a monarca inglesa tem de lidar com as ameaças ao trono, ela precisa resolver sua solidão no trono, acentuada pela chegada do aventureiro Sir Walter Raleigh (Clive Owen) à corte.

 
 
 
 
Filme 26- Renascimento,Idade Moderna e Inquisição – Filme: Bruxa de Salém

Numa manhã de 1692 em Salém, Massachusetts as jovens da vila se reúnem na floresta com uma escrava africana chamada Tituba. A escrava inicia um ritual de magia branca com as garotas, orientando-as a evocarem os nomes dos homens com quem desejam se casar. Uma jovem chamada Abigail, entretanto, inicia um ritual de magia negra, matando uma galinha e bebendo seu sangue enquanto pede pela morte da mulher de John Proctor, o homem que ama. As jovens dançam e correm pela floresta quando são surpreendidas pelo Reverendo Parris, o tio de Abigail. As garotas fogem assustadas e, no meio da correria, Betty, a filha de Parris, acaba caindo inconsciente no chão.

Betty e outra garota que também estava dançando – Ruth, filha de Thomas e Ann Putnam – , são levadas para a casa de Parris, mas não despertam. Isso aflige Ann, que teve sete filhos mortos no parto antes de dar à luz Ruth. Tanto a residência dos Putnam quanto a dos Parris é visitada por Giles Corey, que está preocupado com a quantidade de livros que a esposa lê, por Rebecca Nurse, que acha que as garotas estão fingindo estar doentes, e por John Proctor. Abigail assedia Proctor, mas este afirma que foi um erro ter mantido relações com a jovem.
Tanto os Putnam quanto Parris acreditam que Ruth e Betty estão possuídas pelo demônio e decidem chamar o Reverendo Hale para examinar as jovens. Hale reúne todas as jovens que participaram do ritual e, para escapar do castigo, Abigail afirma que Tituba praticou magia negra o tempo todo. Tituba insiste em sua inocência, mas após ser espancada e ameaçada de morte, acaba confessando. Ela e as outras garotas começam a falar os nomes de quem “viram” junto com o demônio. Logo, velhos bêbados, pessoas que xingam e outras figuras do povoado são acusadas de bruxaria. Dentre eles estão Rebecca Nurse (acusada de assassinar os filhos de Ann), Martha Corey (acusada de amaldiçoar os porcos de um fazendeiro) e Elizabeth Proctor, a mulher de John (acusada por Abigail de praticar vudu contra ela).
John, determinado a não sucumbir às pressões de Abigail, insiste para que sua criada Mary Warren, que participou do ritual com Tituba, testemunhe no tribunal contra as acusações de sua ex-amante. Apesar do medo que tem de Abigail, Mary acaba concordando. No tribunal, Francis Nurse dispõe uma lista com o nome das pessoas que atestam pela inocência de Martha, Rebecca e Elizabeth. A Justiça manda prender cada um deles sob a justificativa de que é para que possam dar seu depoimento. Giles Corey insiste que quando Ruth Putnam acusou Rebecca Nurse, Thomas teria dito à filha que ela acabou de lhe ganhar um “belo pedaço de terra” (a propriedade dos Nurse era cobiçada pela família Putnam). Corey se recusa a dar os nomes daqueles que ouviram o incidente, pois ele sabe que seriam todos presos acusados de bruxaria. A Justiça então manda prender Corey. Enquanto isso, Mary insiste que ela apenas imaginou ter visto espíritos, razão pela qual desmaiou no tribunal. John descobre que Elizabeth está grávida e será poupada da morte até o nascimento do bebê, mas ele insiste que as jovens sejam indiciadas por falso testemunho.
As garotas são chamadas para depor e são questionadas se estavam mentindo sobre a bruxaria. Abigail finge que Mary está praticando bruxaria, lançando uma “brisa gelada” contra elas e reza para Deus. John se descontrola e começa a gritar que Abigail é uma prostituta, que queria se livrar de Elizabeth para poder se casar com ele. Elizabeth é chamada para depor e, desconhecendo da confissão do marido sobre o caso que teve com Abigail, mente para proteger o sobrenome da família. Hale, que agora acredita que as garotas estão mentindo, tenta convencer o tribunal da desonestidade de Abigail, mas as jovens começam a correr, dizendo que Mary está as atacando supernaturalmente na forma de um pássaro amarelo. Elas correm do tribunal e pulam em um lago para escapar do “pássaro”.
Para se salvar da forca, Mary acaba acusando John de tê-la forçado a depor a favor de Elizabeth. John, decepcionado com a situação, grita “Deus está morto!” e é preso sob a acusação de feitiçaria. Hale sai furioso do tribunal. John, Elizabeth, Rebecca, Martha e os outros acusados de bruxaria são excomungados e dezessete são enforcados.
Um dia antes do enforcamento de John, Abigail tenta inultilmente convencer o tribunal de que a esposa de Hale é uma bruxa. Os juízes, emtretanto, se recusam a acreditar nisso, argumentando que a esposa de um reverendo é pura demais para ser possuída pelo demônio. Abigail e suas amigas roubam o dinheiro do Reverendo Parris com o intuito de fugir para Barbados. Abigail pergunta a John se ele quer fugir com ela, dizendo a ele que ela nunca lhe desejou nenhum mal. John diz a Abigail que os dois se reencontrarão no Inferno.
Parris teme que a execução de John, Martha e Rebecca causará motins em Salém, uma vez que são três cidadãos muito respeitados. Os juízes se negam a adiar as execuções, mas permitem que John se encontre uma última vez com Elizabeth, para ver se ela consegue fazer o marido “confessar”. Martha e Rebecca se recusam a amaldiçoar a si mesmas, mas John acaba “confessando”. Ele, entretanto, volta atrás e rasga a confissão, determinado a manter seu nome limpo. John, Rebecca e Martha são levados a uma plataforma, enquanto Hale e Parris insistem que assinem a confissão. Lá, cordas são amarradas em seus pescoços enquanto a população assiste pacificamente. Antes de serem executados, recitam o Pai Nosso, com John, o último a ser enforcado, pronunciando os últimos versos. Seu pescoço se quebra antes que possa dizer amém.

Filme 27- Idade Média, Cruzadas e Idade Moderna – Filme:Robin Hood

Robin Hood conta a história de um exímio arqueiro, anteriormente interessado somente em sua auto-preservação, a serviço do exército do Rei Ricardo contra a França. Depois da morte de Ricardo, Robin segue para Nottingham, uma cidade que sofre por causa da corrupção de um xerife tirânico e da cobrança exorbitante de impostos, onde se apaixona pela impetuosa viúva Lady Marion (a ganhadora do Oscar® Cate Blanchett), uma mulher desconfiada da identidade e dos motivos deste guerreiro da floresta. Esperando conquistar Lady Marion e salvar o vilarejo, Robin reúne um bando cujas habilidades mercenárias letais são igualadas somente por seu desejo aproveitar a vida. Juntos, eles começam a saquear os ricos indulgentes para corrigir as injustiças cometidas pelo xerife. Com o enfraquecimento de seu país depois de décadas de guerra, sofrendo com as regras ineficientes do novo rei e vulneráveis por causa das revoltas locais e das ameaças vindas de longe, Robin e seus homens partem para uma aventura ainda maior. Estes improváveis heróis e seus amigos pretendem proteger seu país de uma guerra civil sangrenta e devolver a glória para a Inglaterra uma vez mais.
Filme 28- Grandes Navegações – Filme: 1492 Conquista do Paraíso
O filme narra a história do navegador genovês Cristovão Colombo. Além de contar os fatos marcantes do descobrimento da América, o diretor mostra Colombo como alguém que está realizando algo grandioso, cumprindo um ritual digno de herói, com um final inusitado. Como, se ele terminou esquecido e foi seu filho que escrevendo uma biografia coloca seu pai no seu verdadeiro lugar na história.

Filme 29- Civilização Maia e Colonização da América  – Filme:  Apocalipto

Apocalypto é um filme norte-americano de 2006, do gênero épico de ação e drama, realizado por Mel Gibson.Com filmagens iniciadas 21 de novembro de 2005, Apocalypto estreou nos cinemas brasileiros em 26 de janeiro e nos portugueses a 4 de janeiro no ano de 2007 e conta uma história que se passa na península de Iucatã, antes da colonização espanhola, durante o período da civilização maia.
Todos os personagens do filme usam um dialeto maia falado na região do Iucatã. Alguns críticos alegaram que Mel Gibson, ao contrário do que fez em seu filme anterior, A Paixão de Cristo, não teria prezado a exactidão do relato histórico.

O caçador Jaguar Paw (Garras de Jaguar, em português) vive com a sua mulher que está grávida, com o seu filho e com o seu pai numa idílica aldeia na selva da América Central. Quando um dia a sua aldeia é atacada por um outro povo, ele assiste a um massacre no qual o seu próprio pai é assassinado. Garras de Jaguar consegue, apesar de tudo, esconder a sua família numa gruta, deixando-a em segurança. Juntamente com outros membros do seu povo, acaba por ser capturado e é levado para uma cidade Maia, existem controvérsias, mas Gibson não quis mostrar uma civilização, mas fazer um filme com muito suspense e adrenalina.Lá as mulheres capturadas são vendidas como escravas e os homens são levados para uma pirâmide, onde serão mortos ritualmente. Quando chega a vez de Garras de Jaguar ser sacrificado, acontece um eclipse solar que é interpretado pelo sumo sacerdote como um sinal de que o deus-sol não necessita de mais sacrifícios.
Garras de Jaguar e outros prisioneiros são então levados para um campo onde terão de correr pelas suas vidas, enquanto lhes são disparadas flechas e pedras. Garras de Jaguar é bem sucedido na fuga e consegue, mesmo gravemente ferido, embrenhar-se na selva, seguido por um grupo de guerreiros.
Despista-os e consegue mesmo matá-los, à excepção de dois guerreiros, que o seguem até uma praia. Consegue fugir a ambos, enquanto estes estão distraídos pela chegada de navios espanhóis. Garras de Jaguar acaba por conseguir chegar à sua aldeia destruída, onde a sua mulher deu à luz. Com a família reunida, procura, no final do filme, um novo começo.

Filme 30- Colonização da América – Filme: Missão

No final do século XVIII, Rodrigo Mendoza é um mercador de escravos espanhol[1] que faz da violência seu modo de vida, e ele mata o próprio irmão na disputa pela mulher que ama. Porém, o remorso leva-o a juntar-se aos jesuítas, nas florestas brasileiras. Lá, ele fará de tudo para defender os índios que antes escravizara.
Em pleno século XVIII, mais de duzentos anos após a descoberta do Brasil, havendo falta de mão-de-obra, os índios eram caçados e forçados a servir como escravos nas plantações dos colonos Europeus. A Companhia de Jesus, ordem religiosa jesuíta, teria então por missão evangelizar os índios, e, uma vez convertidos à Fé Cristã, os índios estariam a salvo da escravidão. Já no século XVIII, em São Paulo e Minas Gerais, sendo a mão-de-obra escrava ainda muito procurada, e porque muitos índios locais já haviam migrado mais para o Sul, iniciou-se o processo de uso das entradas e bandeiras, incursões na mata de grupos de caçadores de novos escravos, na região das Missões jesuíticas. Aí se deu um confronto histórico, em que as Missões, com centenas de índios catequizados, que já conheciam a música clássica, a escrita, e a Bíblia, viriam a ser capturados eventualmente, em confrontos com os Bandeirantes.
O filme retrata este período – da chegada dos bandeirantes às Missões. E o único apoio às Missões seria agora do Rei de Espanha (pois as Missões eram reduções espanholas). As cortes iluministas da Europa opuseram-se aos ensinamentos e influência da Companhia de Jesus, e é certo que as autoridades portuguesas viam certas vantagens em livrar-se da presença da mão religiosa nesta área, pretendendo escravizar as comunidades índias abrigadas sob a protecção das Missões. O filme culmina quando as coroas Portugal e Espanha, em conluio com o emissário do Papa, e após a celebração do Tratado de Madrid, procedem por à exclusão do catequização dos índios por conta da pressão e da possível supressão da ordem jesuíta acusada de regicídio pelo Marquês de Pombal, ficando estes à mercê dos bandeirantes paulistas, e quando alguns jesuítas permanecem tentando defendê-los.

Filme 31- Reforma Protestante – Filme: Lutero

Luther é um filme alemão (diálogos em inglês e latim) de 2003 dirigido por Eric Till. No papel principal, Joseph Fiennes. O filme cobre a vida do reformador alemão Martinho Lutero (1483–1546), desde que ele tornou-se um monge (1505) até a Confissão de Augsburgo (1530). Foram feitos filmes semelhantes em 1928, 1964, 1965 e 1973
Imprecisões históricasNo filme, Lutero refere-se a passagens da Bíblia pelo livro, capítulo e versículo. No entanto, a Bíblia não era dividida em versículos até 1546 (Pode-se presumir que isto foi feito tendo em vista que os telespectadores possam facilmente localizar o texto a que se refere Lutero.)

Albert de Mainz, é descrito como sendo arcebispo de dois territórios alemães antes de se tornar arcebispo de Mainz. Na vida real, ele era apenas arcebispo de Mainz, embora ele tenha sido bispo de outro território alemão, enquanto arcebispo de Mainz.
No filme Lutero diz que o V Concílio de Latrão contrariaria o IV Concílio de Latrão, pois um teria definido que fora da Igreja Católica não há salvação, mais outro admitiu que poderia haver salvação fora da Igreja, embora não fora de Cristo. Na vida real, estes concílios jamais se contradizeram e ambos afirmaram que “fora da Igreja Católica não há salvação”, como pode ser observado no cânon 1 do IV de Latrão [1] e na Sessão 11 do V de Latrão. [2]
Durante a cena da Confissão de Augsburgo, todos os nobres, incluindo os príncipes eleitores levantam-se contra Carlos V, na vida real, a maioria dos príncipes ainda eram católicos. Apenas dois dos sete eleitores deveriam ter protestado, o margrave de Brandeburgo e o duque de Saxónia. No filme, Frederico da Saxônia recebe a Rosa de Ouro como um suborno para entregar Lutero a Roma. Na vida real, ele foi premiado com o rosa antes de conhecer Lutero. No filme Lutero defende que os suicidas sejam enterrados em cemitérios, tendo ele próprio escavado a cova de uma criança suicida. Na vida real tal fato nunca ocorreu e Lutero contrariamente ao que relatou o filme, defendia que os suicidas não tivessem o direito ao enterro.[3]
O Papa Alexandre VI é dito ter tido cinco filhos. Na vida real, ele tinha mais do que isso (pelo menos dez).

Filme 32- Reforma Protestante – Filme: Henrique V

França, 1563. Protestantes e católicos lutam por terras e poder, usando a religião como justificativa. No comando dos protestantes está Henrique de Navarra, que conduz seus homens contra a poderosa rival de sua mãe, Catarina de Médici, Rainha da França. Catarina oferece a Henrique a mão de sua filha, Margot, em sinal de reconciliação, mas o casamento termina num banho de sangue. Ele sobrevive ao Massacre do Dia de São Bartolomeu, mas é feito prisioneiro durante quatro anos. Embora recorrendo a qualquer tática para obter o trono, Henrique se torna um rei que, pela liberdade de religião e de opinião, pode genuinamente dizer que é um dos primeiros verdadeiros humanistas.

Filme 33- Reforma Protestante e Absolutismo – Filme: Henrique V

Esta é uma das melhores transposições para o cinema de uma das obras-primas do maior escritor de língua inglesa de todos os tempos, William Shakespeare, realizada por um especialista no assunto, o diretor e ator Kenneth Branagh.Trata-se da história de Henrique V (Branagh), da Inglaterra que entra em guerra contra a França, comandando um exército com menor número de soldados.Indicado ao Oscar de Melhor Diretor e Ator e vencedor do Oscar® de Melhor Figurino.

Filme 34- Absolutismo – Filme: Morte ao Rei

A Inglaterra está em ruínas. A guerra civil que dividia o país terminou. Os Puritanos derrubaram o Rei Carlos I. Surgem dois heróis após a guerra: Lorde General Thomas Fairfaix e o General Oliver Cromwell. A missão de ambos é unir e reformar o país. Fairfaix, membro da aristocracia, quer uma reforma moderada, enquanto Cromwell exige a execução do rei. O rei deposto acredita que seu reinado foi roubado por Fairfaix que se encontra cada vez mais dividido entre a felicidade e a esposa, Lady Anne, preservando sua classe social. A causa revolucionária defendida por seu companheiro, Cromwell, que age de forma cada vez mais agressiva e brutal, faz com que Fairfaix perceba que precisa detê-lo, iniciando assim a batalha onde a traição e a conspiração são as principais armas dos dois homens mais poderosos do país.

Filme 35- Escravidão na América – Filme: Amistad

história remonta ao ano de 1839 e é baseada em factos verídicos que ocorreram a bordo do navio La Amistad. O filme relata a luta de um grupo de escravos africanos em território americano, desde a sua revolta até seu julgamento e libertação.

Através desta trama de forte conteúdo emocional, é possível conhecer as condições de captura e transporte de escravos africanos para os trabalhos na América do Norte, a máquina jurídica americana de meados do século XIX e o germe das primeiras medidas para a abolição da escravatura naquele território.

 
 
 
Filme 36- Independência dos Estados Unidos – Filme: O Patriota

 
Benjamin Martin é um herói do violento conflito entre Estados Unidos da América e Os Indios das fronteiras. Viúvo e com sete filhos, desde o término da guerra ele renunciou a luta e resolveu viver em paz numa fazenda com sua família. Em 1775 se inicia a guerra que pode dar à independência política aos Estados Unidos da América e ele é chamado para combater, porém se recusa.
Entretanto, quando o exército britânico invade sua fazenda e mata um de seus filhos, Martin muda de atitude e se apresenta para combate em busca da vingança pela sua morte. No decorrer dos combates a guerra se torna mais do que uma vingança para ele, torna-se um dever patriótico.
O filme se desenrola no período dessa guerra iniciada pelas treze colônias estadunidenses insatisfeitas com as imposições econômicas da metrópole inglesa. Tal insatisfação partia da burguesia colonial que se via pressionada após a Guerra dos Sete Anos. Dessa forma, era verossímil que um fazendeiro como Benjamim Martin se recusasse, a princípio, a participar de uma guerra que não lhe atingia diretamente. Assim como nessa questão, o filme é repleto de detalhes históricos envoltos por uma história fictícia, feita para dar corpo a fatos importantes da história estadunidense. Ao fim dessa guerra vitoriosa, os Estados Unidos se tornaram a primeira nação das Américas a ser independente política e economicamente [2] e a terem uma constituição própria. só sua!

Filme 37- Guerra dos Setes Anos – Filme: O último dos Moicanos

Sinopse: Baseado no romance homônimo de James Fenimore, O Último dos Moicanos é um épico recheado de amor e batalhas durante a Guerra dos Sete Anos. Este remake do clássico de 1936 dirigido por Randolph Scott ficou a cargo de Michael Mann (O Informante e Fogo Contra Fogo).

A costa leste da América do Norte é alvo da disputa entre ingleses e franceses nos anos de 1756 a 1763. O filme conta a história da guerra, em que ambas as partes buscaram alianças com as comunidades indígenas para conquistar a posse das terras.
Nathaniel Hawkeye (Daniel Day Lewis, de Em Nome do Pai e Meu Pé Esquerdo) é um jovem americano adotado e criado por uma família de índios moicanos. Junto com a tribo de Nathaniel, o território é também habitado por uma comunidade de colonos que não tem nenhuma simpatia pela Coroa Britânica.
Mas a guerra está cada vez mais perto, e os colonos e índios são convencidos a integrar milícias favoráveis ao exército inglês, que domina seu território. Eles aceitam, sob a condição de serem dispensados da função caso suas famílias corressem perigo.
Nesse contexto, Nathaniel encontra as filhas do coronel inglês Munro (Maurice Roeves), encarregado pela defesa do forte William Henry. A mais velha, Cora (Madeleine Stowe, de Tocaia e Short Cuts Cenas da Vida), chama sua atenção e a paixão de ambos torna se evidente, tendo como pano de fundo o terror da guerra. Mas ele tem um sério concorrente: um oficial inglês que pretende pedi Ia em casamento.
Contra o exército inglês, os colonos e alguns nativos, está a violenta tribo dos Yurons, aliada dos franceses. Todos correm perigo. O ódio mortal da tribo Yuron se dirige especialmente ao coronel britânico Munro, que foi o responsável pela chacina da família de um dos seus chefes guerreiros. Para conseguir a vingança, eles juntam se às tropas francesas.
As famílias dos colonos começam a ser atacadas pelos Yurons mas, desrespeitando o combinado, os ingleses não informam os integrantes das milícias. Nathaniel descobre e trata de aconselhar aos colonos que retornem para suas casas. O coronel Munro manda prendê lo por incitação de motim.
Neste meio tempo, o oficial interessado em Cora percebe que, de fato, ela e o jovem moicano estão apaixonados. Se resta alguma esperança em casar se coro uma das filhas do importante coronel, o oficial a perde rapidamente: pois a irmã da moça teias seus olhos fixos no irmão adotivo de Nathaniel.
Mas o romance passa para um plano secundário: todos começam a ter problemas coro a guerra. Emboscadas são armadas e nem todos conseguem se salvar. Ódio, vingança, tragédias, morte. Pai te romance moderno, parte recriação histórica, o filme ganhou o Oscar

Filme 38- Guerra da Secessão EUA e tribos indígenas- Filme: Dança com Lobos

Dances with Wolves (Danças com Lobos (título em Portugal) ou Dança com Lobos (título no Brasil)) é um filme estadunidense de 1990, dos gêneros drama e aventura, dirigido por Kevin Costner e baseado em romance de Michael Blake.
O filme, que marca a estreia de Costner na direção, foi produzido por ele e Jim Wilson. A trilha sonora é de John Barry, a direção de fotografia de Dean Semler, o desenho de produção de Jeffrey Beecroft, a direção de arte de William Ladd Skinner, o figurino de Elsa Zamparelli e a montagem de William Hoy, Chip Masamitsu, Steve Potter e Neil Travis.
John Dunbar (Costner) é um oficial de cavalaria que se destaca como herói na Guerra Civil Americana e, por isto, recebe o privilégio de escolher onde quer servir. Ele escolhe um posto longínquo e solitário, na fronteira. Ali estabelece amizade com um grupo de índios Sioux – Lakota, sacrificando a sua carreira e os laços com o exército estadunidense em favor da sua ligação com este povo, que o adopta.
 
Filme 38- Guerra da Secessão EUA- Filme: Deuses Generais
 

A história se inicia em 1861, quando o general Robert E. Lee recusa o comando das tropas da União e posteriormente assume o do Exército da Virgínia, organizado para a defesa do estado contra a invasão das tropas legalistas. Um dos principais comandantes de Lee é o professor do Instituto Militar em Lexington Thomas Jackson, um brilhante estrategista e religioso devoto. Jackson é chamado de Stonewall (muralha de pedra) após sua firmeza mostrada no primeiro grande enfrentamento contra a União, a Primeira Batalha de Bull Run. A seguir, acontece a grande Batalha de Fredericksburg, quando a população civil da cidade é obrigada a fugir de suas casas até que as tropas confederadas conseguissem retomar a cidade. A terceira grande luta mostrada é a Batalha de Chancellorsville, quando o general Jackson é ferido por disparos das próprias tropas. Do lado da União, o professor Thomas Chamberlain se alista no exército e lidera seus homens na Batalha de Fredericksburg quando são massacrados pelo exercito confederado, bem defendido atrás de obstáculos de pedras.

Filme 39- Guerra da Secessão EUA- Filme: Cold Mountain 

O filme mostra a história entre Inman Balis (Jude Law) e Ada Monroe (Nicole Kidman). O pai de Ada e ela, por causa de problemas de saúde, mudam-se para para uma vila na província da Carolina do Norte (EUA), em meio a Guerra Civil Estadunidense, onde mora Inman. Em certo momento, ele é convocado à guerra. Após se ferir decide desertar e retornar para Ada. Que por sua vez, o espera e tenta manter a manter a fazenda de seu pai com ajuda de Ruby Thewes (Renée Zellweger). A espera de Ada e sua amizade com Ruby, além de todas as dificuldades de Inman que ferido tenta para voltar, é mostrada em um filme fotograficamente belo, premiado e aclamado pela critica.


Filme 40- Segunda Revolução Industrial e Inglaterra- Filme: Rainha Vitória

 Os filmes ingleses de época formam uma espécie de subgênero no cinema. É praxe que tenham o lado técnico caprichado, em especial direção de arte e figurino, devido à suntuosidade vivida no período retratado. Em A Jovem Rainha Vitória não é diferente. Do requintado cenário, que inclui castelos e passeios em carruagens, até o belíssimo figurino, com vestidos feitos especialmente para a protagonista, há um cuidado que reflete na percepção do espectador sobre o ambiente. Afinal de contas, trata-se da realeza, um setor da sociedade que vive à parte dos reles mortais. Ainda mais na Inglaterra, que cultiva a admiração a seus monarcas.

Esta vida à parte é bastante explícita no modo como Vitória (Emily Blunt, em boa atuação) é tratada, antes mesmo de ser coroada. Sua mãe a protege da corte do rei William IV (Jim Broadbent), em parte pelos interesses de seu companheiro, John Conroy (Mark Strong, em mais um papel malvado). O que aparentemente seria um cuidado benévolo esconde um interesse maior: que Vitória assine a regência, o que permitirá a ambos governar a Inglaterra até que ela complete 25 anos. Só que a futura rainha está prestes a atingir a maioridade, para alegria do tio monarca. A resistência em ceder aos apelos apresenta o caráter decidido da jovem Vitória, que sabe bem o que quer para si.
Só que Vitória, apesar da consciência sobre seus deveres, é uma jovem de 18 anos. E, como tal, tem atitudes típicas da idade. Ao longo do filme são facilmente percebidos alguns momentos de menina, onde reações inusitadas, mas perfeitamente compreensíveis, surgem. Há uma resistência à sisudez do meio, como a necessidade de que desça a escadaria de sua casa em companhia de alguém. Vitória quer liberdade, mas dentro de um certo limite. Além disto precisa aprender a lidar em um novo meio, onde, segundo suas próprias palavras, sente-se como “uma peça de xadrez em um jogo contra sua vontade”.
Muito desta sensação atende pelo nome de lorde Melbourne (Paul Bettany). Galanteador, o atual primeiro ministro logo joga seu charme para a recém coroada rainha. Vitória tem por ele um misto de admiração e paixão, apesar desta nunca se concretizar. Há na mente da rainha uma clara divisão entre o afeto sentido por Melbourne e por Albert (Rupert Friend, bem em cena). E é a partir desta dúvida que o filme enfim ganha corpo.
Por um lado, pela imaturidade política da rainha. Ao tomar uma decisão pró-Melbourne, ela provoca uma crise institucional, e inesperada, no reino. É quando fortalece o sentimento por Albert. O melhor de A Jovem Rainha Vitória é acompanhar o nascimento e o fortalecimento do amor existente entre os dois, nascido a partir de sutilezas e pensamentos em comum. Trata-se de um amor maduro, seguro, que, de forma anacrônica, surge quando ambos são bastante jovens. E, é claro, enfrenta complicações.
Do medo de usurpação ao trono ao sentimento de inutilidade diante do poder da rainha, vários são os problemas a serem lidados pelo jovem casal. É através deles também que é possível conhecer melhor a personalidade de cada um. Emily Blunt e Rupert Friend conseguem levar às telas um casal nitidamente apaixonado, visível especialmente nas cenas da lua de mel, mas também de personalidade. E estas, por vezes, batem de frente.
A Jovem Rainha Vitória é um belo filme, que traz uma linda história de amor sob os bastidores políticos da corte britânica. Além de atender a curiosidade sempre existente sobre a vida particular dos antigos monarcas, mostra com delicadeza as dificuldades dos afazeres do posto maior da monarquia. Destaque para a cuidadosa direção de Jean-Marc Vallée, para a bela cena do pedido de casamento e para a iluminação, propositalmente escura para retratar a pouca luminosidade existente no período retratado. Um filme que não apenas informa, mas também emociona.

Filme 41- Revolução Mexicana e Movimentos sociais no México- Filme: Pancho Vila

Doroteo Arango nasceu em Durango e viveu até os 16 anos como trabalhador rural. Com essa idade, foi acusado de matar um fazendeiro que atacara sua irmã e para fugir das perseguições da justiça, se alista no exército mexicano. Como chefe de guarnição, em 1910, apoia Francisco Madero no combate a ditadura controlada por Porfirio Díaz.

Um ano após, no mês de Maio, Pancho é exilado e Madero assume o governo.Em 1912, o general Victoriano Huerta, que deporia e substituiria Francisco Madero, condena Pancho Villa à morte por insubordinação.
Ele consegue se refugiar para os Estados Unidos com a ajuda de Madero. Após a morte de Madero e a instauração de uma ditadura no México por Huerta, Pancho Villa retorna ao México para integrar as forças de Venustiano Carranza, opositor do ditador.
Com seu pessoal espalhado por todo o México, Pancho Villa, Venustiano Carranza, Álvaro Obregón e Emiliano Zapata unem-se num exército que combatia a ditadura em uma guerra civil.
Pancho recebe o comando da cavalaria com mais de 40 mil homens, que foi decisivo para derrubar o regime de Huerta. Carranza assume o poder, mas Pancho Villa retorna a luta armada, após ter se desentendido com o novo governante.
Assim, Pancho controla o norte do país. O governo mexicano convoca uma força expedicionária norteamericana para capturar o revolucionário, mas Pancho escapa. Com a deposição de Venustiano Carranza, Pancho se torna fazendeiro no interior do país.Ele se casa várias vezes, tendo filhos com oito mulheres. Em 1923, ele é assassinado numa emboscada.

Filme 42- Revolução Mexicana e Movimentos sociais no México- Filme: O Álamo

Billy Bob Thornton, Dennis Quaid e Jason Patrick estão juntos neste emocionante épico. Na primavera de 1836, mesmo com pouquíssimas chances de vencer, 200 homens de todas as raças se uniram em defesa de um pequeno forte no Texas. Durante 13 dias lutaram bravamente contra milhares de soldados liderados pelo ditador mexicano Santa Anna. Baseado em fatos reais, “O Alamo” conta a história de uma legendária guerra por independência e um heróico brado por liberdade.

Filme 43- Imperialismo na Ásia- Filme: O último Samurai
 

Conta a história do Capitão Nathan Algren(Tom Cruise), Veterano da Guerra Civil Americana. Após o fim do conflito Algreen é convidado por seu ex-comandante para participar com ele do treinamento do recém criado exército Imperial Japonês. Após a volta do Imperador ao poder central no Japão, O governo passou a contratar Generais e Engenheiros ocidentais para treinar e equipar o seu exército contra os Samurais (Restauração Meiji). Após começar o treinamento dos soldados do Exército Imperial, Algreen percebe que não estão prontos para lutar e não podem vencer mesmo com armas de fogo, no entanto seu comandante, O Coronel Bagley insiste em envia-los a batalha. Durante o combate, vendo o exército ser massacrado pelos samurais, O Coronel bagley foge da frente de batalha, pois na verdade não tinha o dever de lutar mesmo, Ao contrário de seu comandante, Algreen fica e luta bravamente até ser rendido pelo líder dos Samurais que fica impressionado com a bravura de seu adversário, poupando-lhe assim a vida mas levando-o como prisioneiro. Durante sua estadia com os Samurais, Algren acaba aos poucos se apaixonando pela cultura e valores dos guerreiros e enfim passa a apoiá-los contra as forças Imperiais e a ocidentalização desenfreada do país.

Filme 44- Imperialismo na Ásia- Filme: Memórias de uma Gueixa

O filme começa nos anos que antecedem à Segunda Guerra Mundial, quando uma criança japonesa chamada Chiyo é vendida pelo seu pai, pescador de uma vila de pescadores, para uma casa de gueixas. Ela ficaria destinada durante os primeiros anos às tarefas domésticas, conforme ditava a tradição. Cresce na dúvida e na esperança de encontrar a família, sem compreender o sentido da vida que agora levava, até que, por obra do destino, conhece acidentalmente um dos homens mais poderosos do Japão, por quem se apaixona imediatamente e, para lhe conseguir chegar, reconsidera o rumo da sua vida para se tornar uma gueixa de sucesso. Chiyo, que passaria a ser conhecida por Sayuri — o seu nome de gueixa — recebe a sua formação de uma das mais conceituadas gueixas do Japão, Mameha, rival de uma outra que vive na sua casa (okyia) e que, desde a sua chegada, lhe tem dificultado a vida.

Filme 45- Primeira Guerra Mundial – Filme: Eterno Amor

Estima-se que durante a Primeira Guerra Mundial, entre 1914 e 1918, mais de nove milhões de militares perderam a vida. Após o termino das batalhas, em 1920, Mathilde (Audrey Tautou) recebe a notícia de que seu namorado Maneth morreu durante um combate contra os alemães. A garota se recusa a acreditar na informação, afinal tinha a certeza de que se ele deixasse esta vida, ela saberia intuitivamente.
Na tentativa de descobrir o paradeiro do noivo, Mathilde começa uma investigação ao lado do detetive Germain Pire. Logo ela fica sabendo que, em 1917, ele e mais quatro soldados provocaram a própria mutilação como desculpa para deixar o fronte. O ato resultou numa punição e eles foram abandonados numa área de combate entre os exércitos. As autoridades francesas, então, consideraram que todos estivessem mortos. Insatisfeita com esta explicação, Mathilde faz tudo para reencontrar seu Eterno Amor.
O longa foi indicado ao Oscar 2005 nas categorias melhor fotografia e melhor direção de arte, porém não levou nenhum prêmio. A produção marca o reencontro do diretor Jean-Pierre Jeunet e da atriz Audrey Tautou. Anteriormente, os dois trabalharam juntos em O Fabuloso Destino de Amelie Poulain, de 2001.

Filme 46- Primeira Guerra Mundial – Filme: Flyboys

Flyboys é um filme estadunidense, do gênero drama, de 2006, que se passa durante a Primeira Guerra Mundial. Estrelando James Franco, Martin Henderson, Abdul Salis, Jean Reno, Jennifer Decker, David Ellison, Tom Sizemore e Tyler Labine. É dirigido por Tony Bill e foi escrito por David S. Ward, baseado no roteiro original de Phil Sears e Blake Evans.
O filme segue no alistamento, treinamento e experiências de combate de um grupo de jovens americanos que se voluntariaram para se tornarem pilotos de caça da Esquadrilha Lafayette, o 124 º esquadrão aéreo, formada pelos franceses em 1916. O esquadrão foi composta por 5 oficiais franceses e 38 voluntários americanos que queria voar e combater na I Guerra Mundial, durante os anos do conflito principal, 1914-1917, antes dos Estados Unidos se juntar à guerra contra as Potências Centrais.[2]
Um grupo de jovens norte-americanos vão para a França, por diferentes motivos pessoais, a lutar com o Serviço Aéreo Francês, L’Aéronautique militaire, durante a I Guerra Mundial antes da entrada dos EUA na guerra. Um dos personagens principais, Blaine Rawlings (James Franco), confrontados com o encerramento de seu rancho da família no Texas, decide se alistar depois de ver um noticiário de combate aéreo na França. Diletante Briggs Lowry (Tyler Labine) junta-se por causa de seu pai autoritário. o Lutador de Boxe e Afro-Americano Eugene Skinner (Abdul Salis), que tinha sido aceito como um atleta na França, foi motivada a “devolver” o seu país de adoção. Estes recrutas americanos estavam sob o comando do capitão francês Georges Thenault (Jean Reno), enquanto o veterano lutador aéreo Reed Cassidy (Martin Henderson), um colega americano, assumindo como seu mentor. Durante o treinamento, o filme lida principalmente com as lutas de cada piloto tem com o vôo exigente, mais tarde, o foco muda para a duelos aéreos que dominam as missões na linha de frente. Temas acordando, o preconceito racial, da vingança e do amor também são explorados. O filme termina com um epílogo que se relaciona os valores Esquadrilha Lafayette para a vida real em que o filme foi baseado.[2] Um toque de charme no filme é que o herói é dado um pequeno urso, que ele carrega como um amuleto de boa sorte. Esta é uma óbvia referência ao urso pequeno realizada como um amuleto de boa sorte por um piloto de “Wings”, um filme mudo de 1927 sobre os Pilotos Americanos na I Guerra Mundial, que foi o primeiro filme a ganhar o Academy Award for Best Picture.

Filme 47- Segunda Mundial: A vida é Bela

Na Itália, durante a Segunda Guerra Mundial, Guido, filho de judeus, é mandado para um campo de concentração, juntamente com seu filho, o pequeno Giosuè. Guido é um homem simples, inteligente e espirituoso, um pai amoroso, e graças a isso consegue fazer com que seu filho acredite que ambos estão participando de um jogo, sem que o menino perceba o horror no qual estão inseridos.

Primeira parte – A primeira parte do filme tem as características já peculiares aos filmes de Roberto Benigni, no estilo pastelão, repleto de trapalhadas. Esta parte é centrada na comicidade romântica, na luta de Guido para conquistar sua principessa Dora. Embora esta porção do filme não seja considerada de grande impacto, ela é crucial para desenvolver o vínculo entre Guido e Dora, que será fundamental para criar o impacto dramático no restante das cenas.
Segunda parte  – os cinquenta minutos o filme tem a passagem da comédia para o drama. Agora o ano é 1945, a guerra está em sua fase final, Guido e Dora têm um filho de cinco anos. É quando pai e filho são levados para o campo de concentração e inicia-se todo o empenho de Guido em esconder de seu filho o horror e os perigos que os cercam. Dora ao perceber que Guido havia sido levado, pede para também ser levada para o campo de extermínio, embora não fosse judia, e teve seu pedido aceito, demonstrando a enorme prova de amor de uma mulher pelo seu marido e pelo seu filho.

Filme 48- Segunda Mundial: O Menino do Pijama Listrado

Alemanha, Segunda Guerra Mundial. O menino Bruno (Asa Butterfield), de 8 anos, é filho de um oficial nazista (David Tewlis) que assume um cargo importante em um campo de concentração. Sem saber realmente o que seu pai faz, ele deixa Berlim e se muda com ele e a mãe (Vera Farmiga) para uma área isolada, onde não há muito o que fazer para uma criança com a idade dele. Os problemas começam quando ele decide explorar o local e acaba conhecendo Shmuel (Jack Scanlon), um garoto de idade parecida, que vive usando um pijama listrado e está sempre do outro lado de uma cerca eletrificada. A amizade cresce entre os dois e Bruno passa, cada vez mais, a visitá-lo, tornando essa relação mais perigosa do que eles imaginam.

Filme 49- Segunda Mundial: O Resgate do Soldado Ryan

A história se desenrola durante a Segunda Guerra Mundial, começando com o desembarque de soldados americanos na Normandia no Dia D, na Praia de Omaha como parte da operação para libertar a França ocupada pelos alemães.

Após o ataque, descobre-se que três dos quatro irmãos Ryan morreram em combate. Ao capitão John Miller (Tom Hanks) e seus homens é designada a missão de resgatar o último filho, James Francis Ryan, que era parte do pelotão de paraquedistas que caiu no lugar errado, podendo estar em qualquer lugar da França. O soldado Ryan (Matt Damon) pertencia à 101 Company 506 Regiment. Era um airborne, ou seja um paraquedista altamente treinado para combater mas acima de tudo para defender pontos e objetivos estratégicos, como pontes, estradas, vilas e aldeias.
Depois de vários contra-tempos, a unidade do capitão Miller finalmente encontra Ryan vivo junto com seus companheiros paraquedistas sobreviventes. Mesmo depois de ser informado da morte dos irmãos, Ryan se recusa a abandonar seu posto e o personagem de Tom Hanks vê-se obrigado a escolher entre partir com a missão incompleta ou ficar e ajudar os paraquedistas a guardar uma ponte frente a um iminente ataque alemão. O capitão Miller decide então ficar e assume o comando da defesa. Horas depois eles estariam sob pesado ataque de vários blindados alemães e de ao menos 50 soldados de infantaria.
Na batalha que se seguiu, no climax do filme, os soldados de Miller conseguem impor pesadas baixas ao inimigo mas a um custo muito alto: boa parte dos paraquedistas e vários Rangers do Capitão Miller foram mortos. Miller ordena então que os sobreviventes recuem para a ponte e enquanto ele se preparava para explodi-la ele acaba sendo mortalmente ferido por um alemão. Frente a inevitavel derrota e morte, o Capitão Miller pega sua pistola Colt M1911 e começa a atirar num tanque alemão que tentava atravessar a ponte mas um avião-caça P-51 Mustang acaba destruindo o blindado e, depois da chegada de reforços americanos, os alemães batem em retirada. Ryan então se encontra com Miller que esta prestes a morrer e ai ele profere suas últimas palavras: “James… earn this. Earn it.” (pt: “Faça por merecer.”)
O filme se encerra com Ryan, já velho, observando o túmulo do Capitão Miller]

Filme 50- Segunda Mundial: Circulo de Fogo

A história se passa durante a Segunda Guerra Mundial, em 1942, quando os soldados de Hitler tentavam invadir uma das últimas cidades da Rússia que ainda resistia (Stalingrado). Historicamente falando, essa foi a primeira grande derrota da Alemanha na guerra, onde mesmo com todo o seu poderio bélico não conseguiu invadir a cidade. Essa passagem histórica serve como ambiente para contar quem foi Vassili Zaitsev, um exígimo sniper, herói russo que serviu como símbolo de estímulo para as tropas russas não desistirem da luta. Para tentar impedir esse crescimento avassalador de Zaitsev, a Alemanha envia o Major König para eliminar o atirador russo.

Filme 51- Segunda Mundial: O Pianista

Um famoso pianista judeu-polonês que trabalha na rádio de Varsóvia, vê seu mundo ruir com o começo da Segunda Guerra Mundial e a Invasão da Polônia em 1 de setembro de 1939. Após a estação de rádio ser bombardeada pelos alemães, Szpilman vai para casa e descobre que o Reino Unido e a França declararam guerra contra a Alemanha Nazista. Ele e sua família se alegram achando que a guerra vai acabar logo.
Quando a SS assume o controle de Varsóvia após a saída da Wehrmacht, as condições de vida da população judia rapidamente se deterioram e seus direitos são gradualmente retirados: primeiro eles limitam a quantidade de dinheiro para cada família, depois eles devem usar faixas nos braços com a Estrela de Davi para serem identificados e, eventualmente, no Dia das Bruxas de 1940, eles são forçados a ir para o Gueto de Varsóvia. Lá eles enfrentam a fome, perseguição, humilhação e o medo sempre presente de morte e tortura. Os nazistas ficam cada vez mais sadistas e as famílias presenciam muitos horrores infligidos a outros judeus.
A família de Szpilman, junto com outras centenas, são colocadas como parte da Operação Reinhard para deportação até um campo de extermínio em Treblinka. Enquanto os judeus são forçados a entrar em vagões de trem, Szpilman é salvo no último segundo por um policial do gueto, que era seu amigo. Separado de sua família e entes queridos, ele consegue sobreviver. Primeiro ele é colocado em uma unidade de reconstrução alemã como um trabalhador escravo. Durante esse tempo, um outro trabalhador judeu confidencia a Szpilman duas informações críticas. Primeira: muitos judeus que estão vivos sabem que os alemães planejam matá-los. Segunda: que um levante contra os alemães está sendo preparado. Szpilman se oferece para ajudar. Ele é colocado para contrabandear armas para dentro do gueto, quase sendo pego em um momento.
Mais tarde, antes do levante começar, Szpilman decide se esconder fora do gueto, contando com a ajuda de não-judeus que ainda se lembram dele, como um antigo trabalhador da rádio. Enquanto se escondia, ele testemunha vários horrores cometidos pela SS. Em 1943, ele finalmente testemunha o Levante do Gueto de Varsóvia que ele ajudou a formar e o que aconteceu a seguir, com a SS entrando no gueto e matando quase todos os judeus. Um ano se passa e a vida em Varsóvia se deteriora. Szpilman é forçado a fugir de seu esconderijo quando o vizinho de seu apartamento descobre sua presença e ameaça delatá-lo. Em seu segundo esconderijo, perto de um hospital militar alemão, ele quase morre de icterícia e desnutrição.
Em agosto de 1944, a resistência polaca monta a Revolta de Varsóvia contra a ocupação alemã. Szpilman testemunha insurgentes poloneses lutarem contra os alemães pela sua janela. Novamente, ele quase morre quando um tanque alemão atira no apartamento em que ele estava se escondendo. Varsóvia é virtualmente arrasada como resultado do conflito. Após a população sobrevivente ser deportada para fora das ruínas da cidade e da SS fugir do avanço do Exército Vermelho, Szpilmam é deixado sozinho. Em prédios ainda em pé, ele procura desesperadamente por comida. Enquanto ele tenta abrir uma lata de picles, Szpilman é descoberto pelo capitão de Wehrmarcht Wilm Hosenfeld. Interrogando Szpilmam, e descobrindo que ele é um pianista, Hosenfeld pede que ele toque algo no piano que ainda sobrevive no prédio. O decrépito Szpilman, apenas uma sobra do grande pianista que ele fora, toca uma versão abreviada da Balada em Sol menor, de Frédéric Chopin.
Hosenfeld deixa Szpilman continuar se escondendo no prédio, dando a ele comida regularmente, salvando sua vida. Algumas semanas se passam e as forças alemães devem evacuar de Varsóvia devido ao avanço do Exército Vermelho. Antes de ir embora, Hosenfeld pergunta a Szpilman seu nome e, ao ouvi-lo, diz que ele está apto para ser pianista (Szpilman sendo a versão polonesa do alemão Spielmann, que significa “homem que toca”). Ele promete ouvi-lo na rádio de Varsóvia. Ele dá a Szpilman seu casaco da Wehrmacht e vai embora. Mais tarde, esse casaco quase mata Szpilman quando tropas polonesas, libertando as ruínas de Varsóvia, o confundem com um oficial alemão. Ele consegue convencê-los que ele era polonês.
Um grupo de recém libertados prisioneiros de um campo de concentração passam por um grupo de prisioneiros alemães. Um machucado prisioneiro alemão, que era na verdade Hosenfeld, chama os ex-prisoneiros. Ele implora para um deles, um violinista conhecido de Szpilman, para contactá-lo para que possam libertá-lo. Szpilman, que voltou a tocar na Rádio de Varsóvia, vai ao local tarde demais, todos os prisioneiros haviam sido removidos sem deixar rastros. Na última cena, ele toca Grand Polonaise brillante para uma grande plateia em Varsóvia. Antes dos créditos é mostrado que Szpilman continuou a viver em Varsóvia até sua morte em 2000 e que Hosenfeld morreu em 1952 em um campo de prisioneiros da KGB, porém foi postumamente honrado por salvar a vida de Szpilman.