Aleks Palitot vai à Brasilia defender o Bonifica Unir

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O Professor Aleks Palitot viajou na manhã desta quarta-feira (27), onde se reuniu com o Senador Acir Gurgacz e a Deputada Federal Silvia Cristina para tratar do movimento de valorização dos estudantes de nosso Estado, o Bonifica Unir. O pleito se refere a cota para a seleção de estudantes do curso de medicina da Universidade Federal de Rondônia que sejam residentes em Rondônia há mais de dez anos.

“Como ativista desta causa, vejo o movimento com bons olhos, muitos dos estudantes aprovados no vestibular do curso de medicina são de outros Estados e após concluírem o curso voltam para suas cidades de origem, algo muito normal, porém visitando as unidades de saúde verificamos a falta destes profissionais em nossa cidade”, explica o vereador.

“É um buraco sem fim a falta de médicos, não há quantitativo suficiente para atender a população. Então, estou hoje acompanhado de Elis Ortiz, do MedQuim, em Brasília-DF, conversando com parlamentares da nossa bancada, para tentar dar um salto nessa causa. Quem estuda na UNIR deve dar um retorno à população trabalhando em nosso sistema de saúde, sim”, afirmou o Edil.

Audiência Pública

No último dia 11, por indicação de Palitot, a Câmara promoveu uma audiência para tratar do assunto. De acordo com informações divulgadas na sessão, a resolução 7.824 do Governo Federal estabelece uma bonificação, um percentual de vagas para estudantes que tenham cursado o ensino médio no Estado.

Esse decreto favoreceria candidatos da região para que após o curso eles possam atender a demanda local. “A implantação da resolução é para que a Unir não seja apenas espaço para que outros universitários tenham formação de medicina e retornem para sua terra de origem, nos deixando lacunas em aberto”, ressalta Palitot.

Segundo Ari Ott, reitor da Unir, infelizmente, o debate já foi realizado anteriormente, com negativa inclusive. Ele explica que das 68 universidades públicas federais, 58 não adotam a bonificação uma vez que é inconstitucional, pois quebra o princípio de isonomia em que todos brasileiros são iguais.

 

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