Aleks Palitot providencia auxílio para Nazaré

Proposto em março deste ano o projeto de lei 3.670/2018 de autoria do Professor Aleks Palitot reconhece como patrimônio cultural imaterial do município de Porto Velho o Festival Cultural de Nazaré. Um importante conquista para os distritos do Baixo Madeira que terão reconhecida e fortalecida a sua cultura e identidade.

“No ano passado estivemos em Nazaré durante o Festival Cultural, onde vimos economia criativa, o turismo receptivo e principalmente a importância do evento para a comunidade e para a preservação da identidade beradeira de Rondônia, o que nos levou a propor o projeto de lei fixando a data no calendário oficial do município”, afirmou o Professor Aleks Palitot.

Aprovada pela Câmara de Vereadores e sancionada pelo Prefeito, a lei garante que as eventuais despesas decorrentes da execução do festejo correrão por conta das dotações orçamentarias próprias e que a divulgação do festival será realizada através de promoções culturais, inclusive por meio de parcerias.

Ambulancha

Cerca de cem quilômetros distante da capital, Nazaré sofre com a falta de transporte que na grande maioria dos casos é feito via fluvial, através do Rio Madeira. Em março deste ano o Professo Aleks Palitot foi procurado por lideranças de Nazaré para intervir junto ao Executivo Municipal para que fosse consertada a lancha que atende a comunidade.

Foi realizado o pedido de providência e encaminhado para a Secretaria Municipal de Saúde, mas que não foi atendido à época. Consciente da necessidade da Ambulancha para o distrito o Professor resolveu custear as despesas oriundas do conserto da embarcação.

Foi feita uma parceria com empresários e ainda com dificuldades de conseguir a liberação da lancha para que fosse levada à oficina, o serviço foi realizado e a Ambulancha entregue a comunidade. Um criança indo para a escola foi picada por uma cobra e quase teve o quadro de saúde agravado devido a falta de um transporte.

“Essa foi uma das situações que mais me preocupou. A falta da ambulancha, assim apelidada pelos moradores de Nazaré, a embarcação que transporta pacientes em situação de risco para um pronto atendimento de saúde mais especializado em Porto Velho evitando óbitos era uma prioridade”, descreve o Professor Aleks Palitot.

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