Estratégias Econômicas para Ocupação da Amazônia no século XVII

Estátua do Bandeirante Raposo Tavares no Museu Paulista
Antes do surto provocado pela economia da borracha, a Amazônia já havia passado por duas fases econômicas. A primeira, desde o início da colonização, em 1616, até o início da segunda metade do século XVIII, em 1750, caracterizou-se pelo extrativismo baseado na coleta de drogas do sertão (salsa, cacau, pimenta, castanha, cravo, canela, guaraná e urucum), intensificada pela Coroa Portuguesa frente às desvantagens de obtenção das especiarias do Oriente. Durante esse período, o sistema e capitães de aldeia e o regimento das missões administraram, respectivamante, o controle da mão-de-obra indígena.
A segunda fase teve início em 1750 até meados de 1830, e foi marcada, sobretudo, pelo incentivo à agricultura. Nesse período, chamado por alguns de “fase do ciclo agrícola”, o colono ao mesmo tempo em que realizava a coleta das drogas do sertão era incentivado a plantar espécies nativas ou não. Ainda assim, mesmo com a prosperidade agrícola desse período, a produção extrativa excedia o volume de produção cultivada. Nessa fase predominou o controle direto da Coroa portuguesa sobre a região por meio do Diretório dos Índios, durante a época pombalina e, posteriormente, do Corpo de Trabalhadores. Merece destaque, ainda, a instalação das fazendas nacionais no Vale do Rio Branco no final do século XVIII, por Manuel Gama Lobo D’Almada, como uma estratégia para ocupação efetiva da região.
Aleks Palitot

Professor e Historiador
  • D.Marcio Luis da Gama Cavalheiro é o detentor de terras no estado do Pará e possui projetos como seu antecessor Manuel da Gama Lobo D'Almada e espírito e ideais desbravadores na Amazônia, possui outros antecessores que contribuiram nos movimentos abolicionistas e de direitos humanos, o renomado Médico militar Paraense Manoel da Gama Lobo, o primeiro oftalmologista do Brasil; Manuel Jacinto Nogueira da Gama
    Nascimento

    8 de setembro de 1765
    São João del-Rei

    Morte

    15 de fevereiro de 1847 (81 anos)
    Rio de Janeiro

    Manuel Jacinto Nogueira da Gama,[1] primeiro visconde com grandeza e marquês de Baependi[2] (São João del-Rei, 8 de setembro de 1765 – Rio de Janeiro, 15 de fevereiro de 1847), foi um militar, político e professor brasileiro, doutorado em matemática e filosofia pela Universidade de Coimbra; Luís Gama: ex-escravo, autodidata, advogado, poeta, maçom, republicano e abolicionista radical; E tantos outros "GAMA" que fizeram a história imperial em Brasil e Portugal, com títulos da coroa portuguesa, deixaram a comodidade para desbravar o mundo como outro Gama da mesma linhagem "Vasco da Gama" Terceiro filho de dom Estêvão da Gama e Isabel Sodré, que pertenciam à nobreza de Portugal, Vasco da Gama foi inicialmente destinado à vida eclesiástica, mas preferiu trocá-la pela carreira militar e pela navegação.

    Na verdade, pouco se sabe sobre a vida de Vasco da Gama antes de ser nomeado capitão-mor da frota que descobriria o caminho marítimo para as Índias. Aliás, a nomeação cabia a seu irmão mais velho, Paulo, que cedeu-lhe o lugar, contentando-se em comandar uma das embarcações da esquadra.

    Vasco da Gama deixou Lisboa em 8 de julho de 1497, dobrou o Cabo da Boa Esperança em 18 de novembro, mas só atingiu a Índia em maio do ano seguinte, quando aportou em Calicute, enfrentando hostilidade do governante local. A viagem de volta teve início em 5 de outubro. Dos 155 homens que partiram, só 55 chegaram a Lisboa. Entre os mortos, estava Paulo da Gama, o irmão de Vasco.

    Recebido em triunfo pelo rei, Vasco da Gama recebeu o título de dom, de "Almirante dos Mares da Arábia, Pérsia, Índia e de todo o Oriente" e uma pensão de 300 mil réis anuais para ele e seus descendentes. Em 1502, obteve o comando de sua segunda viagem à Índia. Dessa vez, tinha o dever de estabelecer feitorias e entrepostos comerciais na África e na Índia e revidar os maus tratos sofridos pela esquadra de Cabral, que lá chegara em fins de maio de 1500, e perdera 40 marinheiros em combate com o rei de Calicute. D.Marcio Luís da Gama Cavalheiro, vem com a mesma filosofia de sua linhagem, de fidalgo e cidadão brasileiro vai coroar a Amazônia com a sua presença.

    Luis Gazeta.

  • Muito obrigado pela sua contribuição Luiz Gazeta.